domingo, 30 de janeiro de 2011

Sou a esfinge, e dai?

“Decifra-me ou devoro-te? Não vai me devorar,nem me decifrar nunca. Eu sou a esfinge, e daí? Nesse narcisismo generalizado, me dá licença de eu ser narciso um pouquinho comigo mesma? De fazer comigo o que bem entender, de ser amiga de quem quiser, de levar para a minha casa as pessoas de quem eu gosto? Bem poucas pessoas vão conhecer a minha casa. Sou a Elis Regina Carvalho Costa,que poucas pessoas vão morrer conhecendo.”
Elis Regina, no livro “Furacão Elis“, de Regina Echeverria

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